Por Diego Nascimento

Quem já não respondeu essa pergunta? Ao longo da vida somos impactados por aromas diversos que alertam para um saboroso almoço, um rio poluído, um belo buquê e até uma colônia ou perfume recém-comprados. O Marketing Pessoal é um tema tão vasto que inclui até o cheiro. Garanto que para muitos leitores esse assunto é delicado principalmente dentro de casa e no círculo de trabalho.  Com o receio de ferir sentimentos muita gente sofre com o excesso ou a falta de um “cheirinho harmonioso.”

Lidar com pessoas exige um cuidado especial em nossa aparência. Mesmo de forma indireta temos o hábito de observar o contexto do ambiente e dos profissionais envolvidos no atendimento. Certa vez fui à um loja para avaliar um produto e voltei para casa com uma tremenda dor de cabeça. Isso porque a vendedora (por sinal muito bonita) exagerou na dose do perfume e contagiou o estabelecimento (talvez o quarteirão) com um aroma inadequado (forte) para aquele local e evento. Em outra situação o contrário também veio à tona: a falta de um banho ou de um desodorante fez muita diferença em meu diálogo com outro atendente que havia declarado guerra ao bom cheiro.  Mas o que fazer em ambos os casos? Eis algumas dicas importantes para auxiliar nós mesmos e outros indivíduos:

Sei que muitos jamais pararam um instante para pensar no efeitos desse tema no Marketing Pessoal. Como estudioso da área é meu dever compartilhar conhecimentos que podem prevenir transtornos e salvar carreiras. Já publiquei artigos tratando de voz, uso de redes sociais, currículo, escrita, qualificação profissional e muitos outros títulos que, se somados, formam a linha do tempo de quem acabou de chegar ao mercado de trabalho ou de quem está celebrando aniversários nesse ou naquele departamento.

Bom senso é para todos!

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