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Telefone sem fio!

Por Diego Nascimento

Creio que todos os leitores já perceberam meu fascínio pela Comunicação e suas teorias.  Nessa perspectiva quero chamar a atenção para um personagem perigoso nessa história: o ruído. Talvez você esteja pensando naquele chiado incômodo durante seus telefonemas não é mesmo? Na verdade quero falar sobre outro ruído: o desencontro que acontece no repasse das informações. Quer um exemplo? Durante a infância é comum que crianças brinquem de ‘telefone sem fio’. Nesse caso, alguém é responsável por formular uma frase e passar a informação para o colega da direita ao pé do ouvido; e assim a dinâmica continua até que o último membro do círculo transmita a mensagem final em voz alta. Em 99% dos exercícios de ‘telefone sem fio’ que participei, ocorreu aumento ou diminuição dos detalhes da informação inicial. Ou seja: existe uma tendência da informação se perder ou sofrer acréscimos que não condizem com a mensagem original. Essa realidade é muito comum no mercado de trabalho. Por meio de cartas, e-mails, telefonemas, bilhetes, SMS e outros é fundamental ficarmos atentos se, de fato, a informação que será transmitida está completa, respeitando os princípios da origem. Diretamente ou indiretamente somos mensageirosem nosso ambiente de trabalho. Nesse caso a técnica do ‘telefone sem fio’ deve cair no esquecimento. Registro agora algumas dicas que podem ser úteis:

  • Ouça bem a mensagem. Em caso de material escrito, leia mais de uma vez para entender o contexto;
  • Confirme todos os dados antes de comunicar qualquer coisa;
  • Anote sempre! Detalhes fazem a diferença;
  • Em caso de dúvidas, pergunte;
  • Se necessário, busque treinamento. Independente de seu cargo a transmissão de informações, por mais simples que seja, pode trazer sorrisos, constrangimentos ou até mesmo lágrimas. Todo cuidado é pouco!

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