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Corruption Droplets

By Diego Nascimento

Since I started producing articles on Professional Ethics, I have had the “feeling” that “bombs” could explode. Far from giving any moral lesson, I always seek to share personal experiences to show that honesty is worth it. Individual or group attitudes go through a process of choice, and even knowing the consequences, there are those who prefer dangerous and traumatic shortcuts.

Whoever thinks corruption is tied to large sums of money or to deep negotiations is wrong. With great regret I say that this kind of occurrence begins inside the homes of many people.  Not reporting the full amount on your taxes, taking a parking space that does not belong to you, “cutting” in line, parking your car in the handicap spot (when you are far from handicapped), committing plagiarism and practicing the famous “white lie”—these are all some of the things that fill up a huge list and that also offer an open door to the bad habit dubbed the “Brazilian ‘creative solutions.’” It is apparent garbage that kicks into corruption no matter the scale or social class.

I recently met with a friend, and the hunger to “grow the company” was visible. My advice was firm and straightforward: “Never give up your family values and honesty to take the higher ground. Better a safe takeoff than an imminent and fatal crash.” The corruption factor is ancient, as is quoted in Culture Matters by Lawrence E. Harrison and Samuel P. Huntington in 2000, both professors at Harvard University. In one of their chapters we find an account that shows the relationship of cultural factors to this sad and disappointing practice. Complementary studies also show that honesty allows the creation of sustainable values between companies and people, and that there are ways to fight against this harmful practice that is corruption.

Integrity does no harm to anyone. Try to imagine how many arguments would not have occurred if absolute truth and common sense were regular characteristics inside and outside the work environment. I know that the happy world, where everyone is smiling and singing happily and skipping is a utopia, but we can do our part so that the daily life of the present generation is different and worthy of being emulated. Regardless of your age, profession, time of employment or home address, I suggest the practice of a Biblical recommendation recorded almost two thousand years ago: “Therefore, each of you must stop lying and speak the truth to your neighbor, for we are all members of the same body.” Book of Ephesians, chapter 4, verse 25.

Corruption begins slowly and almost harmlessly and, as I said at the beginning of the text, with “insignificant” actions in the home.  Run from it.

Greetings, Entrepreneurers!


Conta-gotas da corrupção

Por Diego Nascimento

Desde que iniciei a produção de artigos sobre Ética Profissional, tive um “pressentimento” de que “bombas” poderiam explodir. Longe de dar qualquer lição de moral, sempre busco trazer experiências pessoais para mostrar que a honestidade vale a pena. Atitudes individuais ou de grupo passam pelo processo da escolha e, mesmo sabendo das consequências, há os que preferem atalhos perigosos e traumáticos.

Se engana quem pensa que a corrupção esteja atrelada a grandes somas de dinheiro ou a negociações profundas. Com muito pesar digo que esse tipo de ocorrência começa dentro da casa de muita gente. Burlar o pagamento de serviços que são tarifados, ocupar um espaço de garagem que não te pertence, “furar” a fila, estacionar o carro em vagas destinadas aos idosos (quando você está longe da terceira idade), cometer plágio e praticar a tão famosa ‘mentirinha’ são alguns dos pontos que enchem uma lista imensa e que oferecem porta aberta ao péssimo hábito apelidado de “jeitinho brasileiro.” São aparentes besteiras que dão o pontapé para a corrupção, não importa a escala ou a classe social.

Recentemente encontrei com um amigo e a sede por “crescer na empresa” era visível. Meu conselho foi firme e direto: “Jamais abra mão de seus valores familiares e da honestidade para alçar voos mais altos. Melhor uma decolagem segura do que uma queda iminente e fatal. ” O fator corrupção é antigo, a exemplo do que é citado no livro Culture Matters (A Cultura Importa) escrito por Lawrence E. Harrison e Samuel P. Huntington em 2000, ambos professores da Universidade de Harvard. Em um dos capítulos encontramos um relato que mostra a relação de fatores culturais a essa prática triste e decepcionante. Estudos complementares também mostram que a honestidade permite a criação de valores sustentáveis entre empresas e pessoas e que há caminhos para lutarmos contra essa prática nociva que é a corrupção.

Integridade não faz mal a ninguém. Tente imaginar quantas discussões não teriam ocorrido se a verdade absoluta e o bom senso fossem características comuns dentro e fora do ambiente de trabalho. Sei que o mundo feliz, onde todos sorriem e cantam alegres e saltitantes é uma utopia, mas podemos fazer nossa parte para que o cotidiano da geração atual seja diferente e digno de ser copiado. Independentemente de sua idade, profissão, tempo de empresa ou endereço residencial sugiro a prática de uma recomendação bíblica, registrada há quase dois mil anos: “Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membro de um mesmo corpo. ” Livro Efésios, capítulo 4, verso 25.

A corrupção começa devagar e quase inofensiva e, como eu disse no início do texto, com ações “insignificantes” dentro de casa. Corra dela.

Saudações empreendedoras!


The Young boss

Por Diego Nascimento

My work history is filled with chapters that would yield articles and more articles on conduct at work. It is easy to remember a few episodes where self-control and meekness were striking attitudes in stormy scenarios. From age 21 to 23 I received two job promotions: the first one I was appointed coordinator of an important department, and the second I took over as a general manager. This was apparently something simple if it were not for the short time frame and also my age at the time.

You may be thinking that this situation is atypical, but it is not. The arrival of increasingly young leaders in the workplace is a trend on a global scale, and it can knock at our door when we least expect it. In my case I was over people twice my age, and I confess that it was not a simple task. On the other hand, I can say that one constant of my management was harmony, and I attribute this to teamwork and the values of life I have learned throughout my childhood and youth.

Some say that young leadership brings more energy to activities; on the opposite side there is the group that advocates for a more experienced administration and attributes this characteristic to age. I am not here to argue about who should win this arm wrestling match, but I know that entrepreneurship and wisdom are not always linked to a birthdate. This is where the famous Participation Management comes in, which allows the involvement of colleagues in decision-making. In light of this, I want to give five tips for those who lead and those who are led:

• Authoritarian and centralizing actions weaken your interaction with the team. Whether you are young or a more experienced leader, show your willingness to listen to others;

• What we learn in the academic environment serves as a guide to daily professional life, and answers to some problems will not always be in the pages of books or academic articles;

• The leader and follower can be reversed at any time. Be ready to take on both;

• Henry Ford, at the age of 33, had his first car model approved. Senor Abravanel, Silvio Santos, is still a great example of persistence at the age of 85;

• Respect is capable of breaking down barriers. Whichever side you are on (leading or following), understand that there are limits.

It is for a noble purpose that we are in the workplace, and I have no doubt of that. We exist to serve others (at least it should be so). I will close my article with the words of the greatest leader of all time: Christ. I seek to follow His example; after all, every action generates a reaction. Jesus called them and said, “You know that the rulers of the nations dominate them, and important people exercise power over them. It will not be so between you. On the contrary, whoever wants to become important among you must be a slave, and whoever wants to be first must be a slave; for the Son of man came not to be ministered unto, but to minister, and to give his life a ransom for many. Matthew 20:25-28.


O jovem chefe

Por Diego Nascimento

Meu histórico profissional é repleto de capítulos que renderiam artigos e mais artigos sobre a conduta no trabalho. É fácil recordar alguns episódios onde o domínio próprio e a mansidão foram atitudes marcantes em cenários tempestuosos. Dos 21 aos 23 anos de idade recebi duas promoções no emprego: na primeira fui nomeado coordenador de um importante departamento e, na segunda, assumi a gerência geral. Aparentemente algo simples se não fosse o curto intervalo e, também, minha faixa etária.

Talvez você esteja pensando que essa situação é atípica, mas não é. A chegada de líderes cada vez mais jovens ao mercado de trabalho é uma tendência em escala global e que pode bater à nossa porta quando menos imaginarmos. No meu caso havia pessoas com o dobro da minha idade e confesso que não foi uma tarefa simples. Por outro lado, posso dizer que a harmonia era uma característica comum na minha gestão e atribuo esse resultado ao trabalho em equipe e aos valores de vida que aprendi ao longo da infância e da mocidade.

Há quem diga que a liderança jovem traz mais energia às atividades; do lado oposto existe o grupo que defende uma administração mais experiente e atribui essa característica a idade. Não estou aqui para discutir sobre quem deve ganhar a queda de braço mas saiba que nem sempre o empreendedorismo e a sabedoria estão atrelados à data de nascimento. É aqui que entra a famosa Gestão Participativa, que permite o envolvimento dos colegas de trabalho nas tomadas de decisão. Diante disso quero registrar cinco dicas para quem lidera e para os que são liderados:

  • Ações autoritárias e centralizadoras fragilizam sua interação com a equipe. Sendo um líder jovem ou mais experiente mostre sua disponibilidade em ouvir os outros;
  • O que aprendemos no ambiente acadêmico serve de direção para o cotidiano profissional, mas nem sempre a solução dos problemas estará nas páginas dos livros ou artigos acadêmicos;
  • A posição de líder e liderado pode se inverter a qualquer momento. Esteja pronto a assumir ambas;
  • Henry Ford, aos 33 anos, teve seu primeiro modelo de automóvel aprovado. Senor Abravanel, o Sílvio Santos, ainda é um grande exemplo de persistência aos 85 anos de idade;
  • O respeito é capaz de romper barreiras. Seja de qual lado estiver (liderando ou sob liderança) entenda que há limites.

Se estamos no mercado de trabalho é por uma causa nobre e não tenho dúvidas disso. Existimos para servir ao próximo (pelo menos deveria ser assim). Encerrarei meu artigo com a fala do maior líder de todos os tempos: Cristo. Busco seguir o exemplo Dele, afinal, toda ação gera uma reação. Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” – Mateus 20, 25 a 28.


Do You Know What WhatsApp Did for Me?

By Diego Nascimento*

Freedom! This is the word that sums up the 30 days I decided to stay away from WhatsApp, one of the most famous communication applications these days. Did you frown when you read the opening of this article? I’m saying this as a professional who works with messages, texts and also uses interaction as a tool. I chose to be the guinea pig in this controversial experiment. Stick with me and let’s dig deeper into my observations.

I have many contacts on my smartphone and without a doubt a huge part of this list is from WhatsApp. Every minute I get alerts that address the arrival of a question, maybe a warning, links, audios or videos. On the other hand, I know people and companies that make the application a customer service channel. In an age where instantaneousness has become routine, nothing beats a tool that sends messages in real time and for free. In my case, I use the App* to be in certain chat groups and share links of the texts I produce. But the mere fact of disconnecting my mind from this marvel of technology in the last few weeks has caused me to rethink this experience, and I would like to make a point of listing each of them to consider together. Get ready:

1.Headaches and posture: The incidence of sudden onset of headaches was almost zero. Discomforts at the base of my neck also decreased. They always popped up when I stayed for too long “looking down” to respond to all the demands coming from WhatsApp.

2.Time management: I was able to organize chapters to read, produce texts, projects and everyday tasks.

3.Real face time:  Without the “responsibility” of being glued to my cell to answer calls I was able to offer more face-to-face conversations with my family and friends.

4.Planning: As a result of the better time management, I was able to plan my daily activities much more carefully and without the agony of chasing after the notifications and needing to dive into the application.

Under no circumstances am I campaigning to abandon this app. Just so you know, I have begun using it again, a little at a time. I am already enjoying the benefits of this incredibly revolutionary form of communication. My experience allowed me to see that we cannot just pick back up our lives on the screen of a smartphone, tablet or computer. In that 30-day off-line journey I evaluated my departure from WhatsApp, but it could have been with any other software made available by competing companies. A case in point, when the government blocks the application in a matter of seconds a giant migration happens to other similar services. I think of this phenomenon as a result of the postmodern era, and if we look carefully, we have invented things to gain time, but, in fact, we are running out of this precious resource every day. I guarantee you that at some point you will say that 24 hours are not enough to do everything you need. So I ask you: Will a strategic analysis of your commitments show you an accumulation of tasks (and I know this is reality for some) or the misuse of time?

Here’s a controversial opinion for the 21st century: we have the privilege of witnessing and accessing the ease of technology, but we do not have the maturity to deal with so much innovation. It’s surprising how much we value the machine and forget to be human beings, no matter the age. My warning is not against the arrival of computerization, but about the way we receive and live with them. It’s a matter of priority. If you make use of this “new wave” for work, congratulations! Use and abuse what you can and minimize your costs and increase customer acquisition, but I recommend you set aside a time to live life. If you are in the group of those who get plugged in daily, wasting time reading, watching and listening to things that trivialize family values, watch out. I know clinics that in addition to receiving narcotic addicts take care of dependents of the web and this includes the more than abnormal use of tools linked to the internet. A quick search on Google will display journalistic material dealing with this subject on all continents, without exception.

I never hid my admiration for Biblical teachings. About three thousand years ago the great King Solomon, inspired by God, recorded that there is the right time for everything. This famous passage is in the book of Ecclesiastes, chapter 3, verses 1 through 8. It is a message so appropriate that I made use of it in other texts. I recommend the re-reading, reflection and practice.

Do you want to be a person that makes a difference in the lives of others? Understand that there is a world of opportunities that extrapolates the distance between your eyes and the screen of a cell phone. Anything in excess is bad. Think about it!

Glossary:
App *: Acronym for the word Application.


Saiba o que o WhatsApp fez comigo

Por Diego Nascimento

Liberdade! Essa é a palavra que resume os 30 dias que decidi ficar afastado do WhatsApp, um dos mais famosos aplicativos de comunicação nos dias de hoje. Talvez você tenha franzido a testa ao ler a abertura desse artigo. Isso porque a declaração parte de um profissional que trabalha com mensagens, textos e que também faz da interação um instrumento de trabalho. Optei por ser a cobaia nesse experimento que gerou muita polêmica. Continue comigo e mergulhe em minhas observações.

Tenho diversos contatos em meu smartphone e sem sombra de dúvidas essa lista imensa reflete no WhatsApp. De minuto a minuto recebo alertas que tratam da chegada de uma pergunta, aviso, links, áudios ou vídeos. Por outro lado, conheço pessoas e empresas que fazem do aplicativo um canal de atendimento ao consumidor. Em uma era onde a instantaneidade virou uma rotina, nada melhor do que uma ferramenta que envie mensagens em tempo real e de forma gratuita. No meu caso, utilizo o App* para atender a determinados grupos de conversação e compartilhar links com os textos que produzo. Mas o simples fato de desconectar minha mente dessa maravilha da tecnologia nas últimas semanas fez com que eu vivenciasse algumas experiências e faço questão de listar cada uma delas para refletirmos juntos. Se prepare:

  • Dores de cabeça e postura: a incidência de dores de cabeça que surgiam de forma repentina chegou a quase zero. Incômodos na base do pescoço também diminuíram. Sempre apareciam quando eu ficava um longo período “olhando para baixo” para responder a todas as demandas que chegavam no WhatsApp;
  • Gerenciamento do tempo: consegui organizar a leitura de capítulos de livro, produção de textos, projetos e itens do cotidiano;
  • Acolhimento: sem a “responsabilidade” de ficar grudado ao celular para atender aos chamados eu pude oferecer mais tempo de diálogo face a face para minha família e amigos;
  • Planejamento: em função do tempo melhor aproveitado eu pude planejar minhas atividades diárias com muito mais cuidado e sem a tão agonia de correr com as anotações para mergulhar no aplicativo.

Em nenhuma hipótese estou fazendo campanha para abandonarmos a ferramenta. Para se ter uma ideia retornei ao uso agora pouco e já estou usufruindo dos benefícios dessa tão revolucionária forma de comunicação. Minha experiência aconteceu para mostrar que não podemos resumir nossa vida à tela de um smartphone, tablet ou computador. Nessa jornada de 30 dias off-line avaliei meu afastamento do WhatsApp mas poderia ser com qualquer outro software disponibilizado por empresas concorrentes. Prova disso é quando a justiça faz o bloqueio do aplicativo: em questões de segundos uma migração gigante acontece para outros serviços similares. Avalio esse evento à um resultado da era pós-moderna e, se observarmos com o devido cuidado, temos inventado coisas para ganharmos tempo, mas, na verdade, estamos ficando sem esse precioso recurso a cada dia. Garanto que você em algum momento disse que 24 horas não são suficientes para fazer tudo o que precisa. Por isso te pergunto: uma análise estratégica de seus compromissos mostrará um acúmulo de tarefas (sei que isso é realidade para alguns) ou o mal-uso do tempo?

Formulei uma polêmica opinião sobre o século 21: temos o privilégio de testemunhar e acessar as facilidades da tecnologia, mas não temos a devida maturidade para lidar com tanta inovação. A surpresa é tamanha que valorizamos a máquina e esquecemos do ser humano, não importa a idade. Meu alerta não é contra a chegada da informatização e sim quanto a maneira como recebemos e vivemos com elas. É uma questão de prioridade. Se você faz uso dessa “nova onda” para o trabalho, parabéns! Use e abuse daquilo que pode minimizar seus custos e ampliar a captação de clientes, mas recomendo que coloque um horário para viver a vida. Se você está no grupo dos que ficam diariamente plugados, perdendo tempo lendo, assistindo e ouvindo coisas que banalizam até mesmo os valores familiares, cuidado. Conheço clínicas que além de receberem viciados em narcóticos cuidam de dependentes da web e isso inclui o uso mais do que anormal de ferramentas vinculadas a internet. Uma rápida busca no Google exibirá matérias jornalísticas que tratam do tema em todos os continentes, sem exceção.

Jamais escondi minha admiração pelos ensinamentos bíblicos. Cerca de três mil anos atrás o grande Rei Salomão, inspirado por Deus, registrou que há o tempo certo para tudo. Esse famoso trecho está no livro de Eclesiastes, capítulo 3, versos de 1 a 8. É uma mensagem tão apropriada que fiz uso dela em outros textos.  Recomendo a releitura, reflexão e prática.

Quer ser uma pessoa que faz a diferença na vida dos outros? Entenda que há um mundo de oportunidades que extrapolam a distância entre seus olhos e a tela do celular. Tudo em excesso faz mal. Pense nisso!

Glossário:

App*: sigla para a palavra Aplicativo.


Dual Citizenship

Por Diego Nascimento

The history of my family is full of many adventures, and one of them involves the immigration of one of my ancestors from Europe to Brazil. Because of these circumstances I, some cousins and uncles can have dual citizenship. Before arriving at the Consulate it was necessary to gather documents that revealed this saga worthy of a film. It is interesting to see how today’s actions can literally influence tomorrow’s outcomes. This is what I want to talk about.

Despite my youth I am close to two decades of professional life, and I have many memories of leaders and co-workers I have and have had.  This journey increasingly reinforces an extremely insightful phrase: people come and go, but institutions stay. Considering this, I ask you:  What have you and I been doing so that their memories of us are memorable, so that we can offer as little regret as possible? You have two options:  Decide that the answer to this question is pointless and stop reading this text, or go on with me to understand the importance of a legacy.

There is no doubt that the Holy Bible offers great leadership teaching, and I make every effort to take advantage of them all. The apostle Paul once decided to write a letter to some people who applied for a position.  In one of the excerpts from the epistle, I Timothy, chapter 3, verse 7 to be exact, one of the requirements for those who wanted the job was recorded:  “He must also have a good reputation with outsiders, so that he does not fall into disrepute.”  That recommendation was made two millennia ago.

At the beginning of this text I talked about family, a true place where legends are made. Beyond the condition of dual nationality, I received something priceless: examples of determination, good testimonies, meekness and self-control.  These will never be found on supermarket shelves because they are passed from father to son. Maybe you will never grace the cover of a magazine. Maybe you will never get a star on the Hollywood Walk of Fame. Do not worry about that. If your heritage to those around you is unspoken but able to positively influence people, congratulations! That’s what I’m talking about. Your name is very valuable, and through it a great deal can happen. I earnestly ask you:  Do not waste any time


Dupla cidadania

Por Diego Nascimento

A história da minha família é cercada de muitas aventuras e uma delas envolve a imigração da Europa para o Brasil de um dos meus antepassados. Por causa dessa saga eu, alguns primos e tios poderemos ter uma dupla cidadania. Antes de chegarmos ao Consulado foi necessária a reunião de documentos que revelaram capítulos dignos de um filme. Interessante saber como ações de hoje podem, literalmente, influenciar episódios do amanhã. É sobre isso que quero falar.

Apesar da pouca idade estou próximo de duas décadas de vida profissional e possuo diversas lembranças de líderes e colegas de trabalho que tive e tenho. Essa jornada reforça cada vez mais uma frase de extremo impacto: as pessoas vão e as instituições ficam. Diante disso pergunto: o que você e eu temos feito para que as recordações a nosso respeito sejam marcantes, a ponto de podermos oferecer o mínimo de referência possível? Você tem duas opções: perceber que a resposta a essa pergunta é uma besteira e abandonar a leitura desse texto ou prosseguir comigo para entender a importância de um legado.

Não há dúvidas de que a Bíblia Sagrada ofereça grandes ensinamentos de liderança e faço questão de aproveitar todos. Certa vez o apóstolo Paulo decidiu escrever uma carta para algumas pessoas que se candidataram a assumir cargos. Em um dos trechos da epístola, precisamente em I Timóteo, capítulo 3, verso 7, foi registrado um dos requisitos para quem almejava o serviço:“Também deve ter boa reputação perante os de fora, para que não caia em descrédito.” Fantástico saber que essa recomendação foi dita dois milênios atrás.

No começo do texto falei sobre família; uma verdadeira fábrica de legados. Muito além da condição da dupla nacionalidade eu recebi algo sem preço: exemplos de determinação, bom testemunho, mansidão e domino próprio. Itens que jamais encontraremos em gondolas de supermercado pois são passados de pai para filho. Talvez você jamais seja capa de revista. Talvez não receba uma estrela na calçada da fama de Hollywood. Não ligue para isso. Se sua herança aos que estão à sua volta for silenciosa, mas capaz de influenciar positivamente as pessoas, parabéns! É disso que estou falando. Seu nome vale muito e, por meio dele, muita coisa pode acontecer. Encarecidamente peço: não desperdice tempo em fazer o bem.


A Mediocre Feeling

By Diego Nascimento
Mastering English as a second language has allowed me to talk with professionals from various countries. In the midst of this cultural diversity I have discovered that there is a common feeling in this postmodern world, and it concerns my work colleagues regardless of nationality or geographical position: envy. This characteristic is more common than one might think. While we should have maturity in our speech and attitudes, we seem to be heading toward the abyss of doom. And you do not have to go far to prove it, I can assure you.

Mediocrity: That’s the word I use to characterize those who make envy a daily ally. This characteristic corrodes the soul, hurts the body. It celebrates disagreements and builds the most sordid scenarios at work and even at home. I wonder what fuels this emotion; we spend our lives running after the wind and are never satisfied with anything. The good news is that there is healing for this evil that has gone throughout the ages in human history and has guaranteed space in unimaginable places.

Envy is accompanied by pride, that sense of dominance that lamentably some professionals have. The great book of Proverbs, which I never tire of saying is part of the faithful and sacred basis of teachings for human relationships, records in chapter 14, verse 30, a profound warning: “A heart at peace gives life to the body, but envy rots the bones.” As I said, emotional health can point the way to success or failure. The cure for “professional illnesses” is in humility, meekness and the search for examples in those who have given the greatest proof of love to others.

Do you know anyone with these symptoms? Although I know your answer, I suggest you act with mercy in such cases. But know that no one is innocent enough to be an occasional practitioner of this feeling who has destroyed careers and even families. If there is an opening, talk about it. Otherwise, just watch. With each passing day the job market closes for people who like to be mediocre.


Um sentimento medíocre

Por Diego Nascimento

Dominar o inglês como segundo idioma tem permitido que eu dialogue com profissionais de vários países. Em meio a essa diversidade cultural descobri que há um sentimento comum nesse mundo pós-moderno e que preocupa meus colegas de trabalho, independente da nacionalidade ou posição geográfica: a inveja. Essa característica é mais comum do que se pensa. Ao passo que deveríamos ter mais maturidade nas falas e atitudes, parecemos estar caminhando rumo ao abismo da perdição. E você não precisa ir longe para atestar isso, posso garantir.

Mediocridade: essa é a palavra que uso para caracterizar os que fazem da inveja uma aliada diária. Essa característica corrói a alma, machuca o corpo. Celebra desavenças e constrói os mais sórdidos cenários no trabalho e até dentro de casa. Fico imaginando quem alimenta esse sentimento: passa a vida correndo atrás do vento e nunca está satisfeito com nada. A boa notícia é que existe cura para esse mal que atravessa eras na história humana e que tem espaço garantido em lugares inimagináveis.

A inveja é acompanhada do orgulho; aquela sensação de soberania que lamentavelmente alguns profissionais têm. O grande livro de Provérbios, que não canso de dizer que é parte da base fiel e sagrada de ensinamentos para o relacionamento humano, registra no capítulo 14, verso 23, um profundo alerta: “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos. ” Como eu disse, a saúde emocional é capaz de apontar caminhos para o sucesso ou para o fracasso. A cura para os “profissionalmente doentes” está na humildade, na mansidão e na busca pela referência em quem deu a maior prova de amor ao próximo.

Você conhece alguém com esses sintomas? Embora eu saiba a sua resposta sugiro que aja com misericórdia em casos assim. Mas saiba que ninguém é inocente a ponto de ser praticante ocasional desse sentimento que tem destruído carreiras e até famílias. Se houver abertura, dialogue. Do contrário, apenas observe. A cada dia que passa o mercado de trabalho se fecha para gente que gosta de ser medíocre. 


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