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Ask for Help

By Diego Nascimento

• “I’m buried in things to do …”
• “Call me later … my schedule is full …”
• “I wish the day had more than 24 hours …”

Have you heard those phrases before? Me too! They are common to professionals, students and even to those who already enjoy a good rest but are involved in the challenges of everyday life. There are several books and articles with tips on how to manage your time for a better quality of life.  I remember that when I was a teenager people said that computer technology would make things easier, and everything would be better; I think they are still hoping that will be the case.  Pure illusion!

After experiencing the “lack of time” and witnessing the despair of many people with the accumulation of tasks, I came to the conclusion that asking for help and delegating functions are the first steps in search of a professional pre-organization, whether it be academic or even a private agenda. Recognizing our limitations is the beginning of healing. I was a workaholic, and I know how it works. There were many abstinence crises before understanding the need for balance. Although I have advanced significantly, I still need to improve a lot.

The first suggestion for “unwinding” is to empower someone who can assist you in times of trouble. A trustworthy person who knows how to respect your boundaries and who is proactive enough to bring encouragement to your concerns. The second step is to organize each item, on an urgent, important, non-urgent, and less important scale. Finally, come to value simple things around you (even if it involves having a telephone conversation with a friend or family member). When we are busy to the extreme, we are apt to drive away the people who care the most about us.

The busy mind brings interesting results, but everything in excess is harmful and poses risks to our health in many ways. I would like to close by suggesting that you make a careful analysis of your TIME, and if despair is a feeling about to knock on your door, go ahead and ask for help!


Peça ajuda

Por Diego Nascimento

  • “Estou atolado de coisas para fazer…”
  • “Me liga mais tarde … minha agenda tá cheia…”
  • “Pudera o dia ter mais de 24 horas…”

Já ouviu essas frases antes? Eu também! São comuns a profissionais, estudantes e até para aqueles que já desfrutam de um descanso mas estão envolvidos nos desafios do cotidiano. Existem diversos livros e artigos com dicas sobre como gerenciar seu tempo em prol da qualidade de vida. Recordo que na minha adolescência as pessoas diziam que a informática facilitaria as tarefas e tudo seria melhor: acho que ainda esperam ansiosos por isso. Pura ilusão!

Após vivenciar a “falta de tempo” e testemunhar o desespero de muita gente com o acúmulo de tarefas cheguei à conclusão de que pedir ajuda e delegar funções são os primeiros passos em busca de uma pré-organização da agenda profissional, acadêmica ou mesmo particular. Reconhecer nossas limitações é o início da cura. Fui um workaholic (viciado em trabalho) e sei como funciona. Foram muitas as crises de abstinência antes de entender a necessidade de equilíbrio. Embora eu tenha avançado significativamente ainda preciso melhorar muito.

A primeira sugestão para “desatolar” é capacitar alguém que possa auxiliar você em momentos de sufoco. Uma pessoa de confiança, que saiba respeitar seus limites e que seja pró-ativa a ponto de trazer refrigério para suas preocupações. O segundo passo é organizar cada item, na escala de urgente, importante, não-urgente e menos importante. Por último, passe a valorizar coisas simples ao seu redor (mesmo que isso implique em desfrutar de um diálogo ao telefone com um amigo ou familiar). Quando ficamos ocupados ao extremo conseguimos afastar as pessoas que mais se importam conosco.

A mente ocupada traz resultados interessantes, mas tudo em excesso é prejudicial e oferece riscos à nossa saúde em muitos aspectos. Encerro sugerindo que faça uma análise cuidadosa sobre o seu TEMPO e, se o desespero for um sentimento prestes a bater à sua porta, siga em frente e peça ajuda! 


Avoid Slips: Understand the Reasons

By Diego Nascimento

Facebook is a very interesting environment. I say this not only because of certain posts that I have seen, but by the way some people move away from the rules of writing. Writing a simple sentence, paragraph, or broader text requires respect for the basics of grammar and spelling. What is most surprising is that such slips are practiced by an incredible number of young people and adults (some even with academic degrees).

I want to make it clear that all people have limitations in certain areas. At the same time, I agree that the Portuguese language, in particular, offers a greater challenge because of the wide rules of syntax and so on. On the other hand, some small outbursts, tributes, thanks or any manifestations on social networks begs for careful attention.  The reason is simple: it is your image that is associated with the content. If you are a professional in the job market, the danger is even greater: the increase or decrease in credibility may also be associated with the way you write.

Learning is daily, and change is a choice. On the Internet, it is easy to find countless Portuguese tips (videos, audios, exercises …), and I venture to say that there are many people out there who prefer to “waste time” by swiping the screen of a cell phone for content that does not lead anywhere. If you know someone who fits into this “scary” scenario, suggest some training or experience. Do not be afraid to tell the truth for a good reason.  Personal and professional growth involves sharpening as well as common sense.

Someone once asked me the best way to learn. My response included two words: repetition and discipline. Regularly producing small paragraphs will train your mind for debate, logic, grammar, etc … I do this in my mother tongue and in other languages I study. But this strategy will be worthless if there is no discipline or, getting straight to the point, creating a habit of exercising this writing ability. Ask for help when you need it and do not be shy; we are human, and we learn day after day!


Evite deslizes

Por Diego Nascimento

O Facebook é um ambiente muito interessante. Digo isso não apenas por determinadas postagens que testemunho, mas pela forma como algumas pessoas passam longe das regras de escrita. A redação de uma simples frase, parágrafo ou texto mais amplo exige o respeito às noções básicas de gramática e ortografia. O mais surpreendente é que deslizes do tipo são praticados por um expressivo número de jovens e adultos (alguns até com titulação acadêmica).

Quero deixar claro que todas as pessoas reúnem limitações em determinadas áreas. Ao mesmo tempo concordo que a Língua Portuguesa, em especial, oferece um desafio maior em virtude das amplas regras de sintaxe e assim por diante. Por outro lado alguns pequenos desabafos, homenagens, agradecimentos ou quaisquer manifestações em redes sociais pedem um cuidado especial. O motivo é simples: é a sua imagem que está associada ao conteúdo. Se você é um profissional do mercado de trabalho o perigo é ainda maior: o aumento ou diminuição de credibilidade também podem estar associados à maneira como você escreve.

O aprendizado é diário e a acomodação é uma escolha. Na internet é fácil encontrar inúmeras dicas de Português (vídeos, áudios, exercícios…) e arrisco dizer que há muita gente por aí que prefere “perder tempo” deslizando a tela do celular em conteúdos que não levam a lugar algum. Se você conhece alguém que se enquadra nesse cenário “assustador” sugira treinamento, qualificação. Não tenha medo de dizer a verdade por algo bom. O crescimento pessoal e profissional envolve lapidação e bom senso.

Certa vez alguém me perguntou qual seria o melhor caminho para a aprendizagem. Minha resposta incluiu duas palavras: repetição e disciplina. Produzir pequenos textos em períodos regulares exercitará a mente para a argumentação, gramática, etc… Faço isso para minha língua materna e para outros idiomas que estudo. Mas essa estratégia não valerá de nada se não houver disciplina ou, indo direto ao ponto, criar o hábito de exercitar essa habilidade de escrita. Peça ajuda quando for preciso e não se acanhe; somos humanos e aprendemos dia após dia!


Glossophobia: Symptoms and Treatment

By Diego Nascimento

Phobia is a feminine noun originating from the Greek “fobos” which means fear, aversion or repulsion and is present in something very common among people:  the fear of public speaking. The technical word for this discomfort is Glossophobia. Some studies that began in the 1990s show that more than 50% of the population manifests a complete panic when having to present a work, project or even a simple speech. Since then research has continued, but it is easy to see that within five meters of where we are we will find people like that.

I graduated in Social Communications and have given several trainings on Oratory. The best part of all this is to observe the reaction of the audience when I tell about my profound shyness; the apex was in adolescence, and I suffered a lot with this situation. Dry mouth, reddened face, weak voice, excessive sweating, and fear of judgment were some of the symptoms that came within seconds. I already know: you also have these kind of stories to share, right? All this context is not only linked to lack of training. The behavioral psychology itself has given us discoveries that attest to the bridge between emotion and experiences lived in childhood, youth, and adult life. I confess that the subject is vast and, perhaps, we can continue it at another time. Before going I want to offer each reader some tips for beginning a treatment in the medium and long term:

• Recognize your limits and ask for help to overcome them;
• Be sympathetic at the beginning and end of the presentation;
• Never agree to talk about something you do not know;
• Study, study and study the material you will present;
• Rehearse your presentation. As time passes this procedure will no longer be necessary;
• Avoid focusing directly on the eyes of the audience (unless you have the freedom to do so);
• Beware of slides: excessive texts and images are tiring for an audience;
• Manage the time: Do not talk too much and “talk too little”;
• Wear light clothing and comfortable shoes;
• Speak slowly and with the same tone of voice;
• Take risks: crying about it will not help anything.

Throughout my training I divide the tasks between theoretical and practical content. Seeing changes (for the better) happen is gratifying and shows that, with effort, a considerable portion of dreams can be achieved. Even if you are not a professional speaker, be aware that your student, social, and work day-to-day lives require leadership action, and so becoming a good speaker is an important ingredient for good results.

Scientist Isaac Newton once said, “What we know is a drop; what we ignore is an ocean.”  I think it’s good to start getting wet!
Until the next article.


Glossofobia: sintomas e tratamento

Por Diego Nascimento

Fobia é um substantivo feminino originado do grego “fobos” que significa medo, aversão ou repulsa e está presente em algo muito comum entre as pessoas: o receio de falar em público. A palavra técnica para esse desconforto é Glossofobia. Alguns estudos iniciados na década de 1990 mostram que mais de 50% da população manifesta um completo pânico ao ter que apresentar um trabalho, projeto ou mesmo um simples discurso. De lá para cá as pesquisas continuam, mas é fácil perceber que a menos de cinco metros de onde estamos encontraremos gente assim.

Sou graduado em Comunicação Social e ministro vários treinamentos sobre Oratória. O melhor nisso tudo é observar a reação da plateia quando conto sobre minha profunda timidez; o ápice foi na adolescência e sofri muito com essa situação. Boca seca, vermelhidão no rosto, voz fraca, transpiração excessiva e medo de julgamentos eram alguns dos sintomas que surgiam em segundos. Já sei: você também tem histórias do tipo para compartilhar, certo? Todo esse contexto não está apenas atrelado à falta de treinamento. A própria psicologia comportamental tem nos presenteado com descobertas que atestam a ponte entre emoção e experiências vividas na infância, juventude e vida adulta. Confesso que o assunto é vasto e, quem sabe, podemos continuar em outra hora. Antes de ir quero oferecer a cada leitor algumas dicas para o início de um tratamento a médio e longo prazo:

  • Reconheça seus limites e peça ajuda para superá-los;
  • Seja simpático no início e no término da apresentação;
  • Jamais aceite falar sobre algo que não conhece;
  • Estude, estude e estude o material que irá apresentar;
  • Ensaie a sua apresentação. A medida que o tempo passar esse procedimento não será mais necessário;
  • Evite focar diretamente nos olhos da plateia (a menos que tenha liberdade para isso);
  • Cuidado com slides: excessos de texto e imagens cansam o público;
  • Administre o tempo: não fale demais e nem “fale de menos”;
  • Use roupas leves e sapatos confortáveis;
  • Fale pausadamente e com o mesmo tom de voz;
  • Arrisque: se lamentar não resolverá nada.

Ao longo dos meus treinamentos divido as tarefas entre conteúdo teórico e prático. Ver mudanças (para melhor) acontecerem é algo gratificante e mostra que, com esforço, uma parcela considerável dos sonhos pode ser alcançada. Mesmo que você não seja um palestrante profissional saiba que seu cotidiano estudantil, social e no mercado de trabalho exige ações de liderança e, por isso, assumir a posição como um bom orador é um ingrediente importante para bons resultados.

O cientista Isaac Newton certa vez disse que “O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano.” Acho bom começar a se molhar!

Até o próximo artigo.


The Acceptance Game

By Diego Nascimento

A common scenario in social, corporate and even academic situations is what I call the “acceptance game.” It is based on people being able to switch around or do things that they simply do not like to do to be ACCEPTED. That’s right: they go with the flow of the majority to not be left out of group A, B or C. At any cost (I mean, at any cost) they sacrifice themselves for “masks” that they cannot sustain in the course of their lives.

Such situations bring serious emotional and even physical consequences. I have written several articles about change, but I want to make it clear that I support initiatives that maintain the essence of an individual. Achieving such a dream job, graduation or other goals are natural, promising and healthy decisions. The warning I am making is that you do not have to give up confessional, family, and ethical values to surround yourself with “friends,” invitations, promotions, or social status. Success needs to be aligned with originality. Lying resumes, plagiarized scholarly works, and indebtedness to show an “alternative reality” are treacherous and will offer problems sooner or later.

I’ve matured a lot over the years. I have improved my speaking and writing styles, expanded my professional qualification, gained more friends, acquired goods … life is like this: a spinning wheel and, with each turn, a new chapter emerges. I am still in my youth, and I hope that the verbs that I used in this paragraph continue to exist in my daily life. At the same time, I concentrate my efforts so that my essence never dissipates. Regardless of your age range, I suggest you reflect on the “acceptance game.”

When I conclude lectures on Careers I always set aside a few minutes to listen to testimonials. There are countless people who are aimless, feel lonely in society, and take refuge in riding the “wave of others.” It’s a mistake to think that what I have just said only applies once you enter the corporate life. The game can start in childhood, cross into adolescence and, if not shut down, continue until the last days. Growing up in life is good, very good. It involves effort, and I am a fan of those who embrace this cause. Overcoming the “acceptance game” means recognizing the limitations, maintaining the essence, cultivating originality, and staying close to those you really care about.
King Solomon, inspired by God, once recorded:
Choose my instruction instead of silver, knowledge rather than choice gold, for wisdom is more precious than rubies, and nothing you desire can compare with her.” Proverbs 8:10 and 11 – Holy Bible.

Let’s think about it!


O jogo da aceitação

Por Diego Nascimento

Um cenário frequente nas relações sociais, corporativas e até acadêmicas é o que chamo de “jogo da aceitação.” Se baseia em pessoas capazes de reajustar ou fazer coisas que não gostam simplesmente para serem ACEITAS. Isso mesmo: vão no ritmo da maioria para não ficarem de fora do grupo A, B ou C. A qualquer custo (digo a qualquer custo) se sacrificam por “máscaras” que não conseguirão sustentar ao decorrer da vida.

Situações assim trazem sérias consequências emocionais e até físicas. Já escrevi diversos artigos tratando de mudanças, mas deixo claro que apoio iniciativas que mantenham a essência individual. Alcançar o tão sonhado emprego, graduação ou outros objetivos é uma decisão natural, promissora e sadia. O alerta que faço é que você não precisa abrir mão de valores confessionais, familiares e éticos para que esteja cercado de “amigos”, convites, promoções ou atinja status social. O sucesso necessita estar aliado à originalidade. Currículos mentirosos, trabalhos acadêmicos plagiados e endividamento para mostrar uma “realidade alternativa” são traiçoeiros e oferecerão problemas mais cedo ou mais tarde.

Amadureci muito ao longo dos anos. Aperfeiçoei o jeito de falar e escrever, ampliei minha qualificação profissional, ganhei mais amigos, adquiri bens … a vida é assim: uma roda que gira e, a cada volta, um novo capítulo surge. Ainda estou na mocidade e espero que os verbos que registrei nesse parágrafo continuem a existir em meu cotidiano. Ao mesmo tempo concentro esforços para que a essência jamais se dissipe. Independente de sua faixa etária sugiro que reflita sobre o “jogo da aceitação.”

Quando concluo palestras sobre Carreira sempre separo alguns minutos para ouvir depoimentos. Inúmeras são as pessoas que estão sem rumo, se sentem solitárias na sociedade e se refugiam na “onda dos outros.” Engano de quem  pensa que o que acabei de dizer se resume à vida corporativa. O jogo pode começar na infância, atravessar a adolescência e, se não for encerrado, prosseguir até os último dias. Crescer na vida é bom, muito bom. Envolve esforço e sou fã de quem abraça essa causa. Vencer o “jogo da aceitação” significa reconhecer as limitações, manter a essência, cultivar a originalidade e ficar perto de quem realmente se importa.

O Rei Salomão, inspirado por Deus, certa vez registrou:

“Prefiram a minha instrução à prata, e o conhecimento ao ouro puro, pois a sabedoria é mais preciosa do que rubis; nada do que vocês possam desejar compara-se a ela. “ Provérbios 8: 10 e 11 – Bíblia Sagrada.

Pensemos nisso!


Recklessness Kills

By Diego Nascimento

Driving back to my hometown I witnessed a tragic accident. In the distance I noticed an automobile flipped over and a person stretched out on the side of the road. Immediately I stopped my car in a safe place and rushed to rescue whoever had been thrown from the vehicle. It was a young girl who regrettably breathed her last breath as soon as I got close to her. I crossed the road and removed the remaining occupants who were injured and in shock; The car was destroyed and smoke was coming out. To my astonishment there were seven people in a car made for five occupants without accounting for the practically empty whiskey bottle I found on the driver’s side floor. Some of my family who were traveling with me offered assistance to the survivors while we called the rescue personnel and police. What caused that terrible scene? Imprudence. A mixture of speed and alcohol.

I would like to use this experience to speak about professional recklessness. It is more common than imagined and can be practiced by novices and veterans. There is a lot of talk about a new generation that ignores rules and needs to be flattered; In a way I am part of it, and I do not see much good in this new way.  I fully understand that times change, but proactivity, honesty, punctuality and common sense are essential characteristics in the life of an intern, manager, director, CEO … no matter the position.

Recklessness can be seen in the delivery of an incomplete report, lowering the value of the company in which one operates (even when one receives working conditions and benefits which make others “jealous”), in sowing discord among departmental colleagues, in idleness or procrastination, in the habit of constant delays in producing the urgent, in the arrogance or theoretical pride fed by one’s position, or in the simple failure to make a difference without wanting something in return.

I belong to the famous Generation Y that includes those born after 1980 and who witnessed the boom of the Internet and instant communication. This does not make me better than anyone else, and for this reason I do my best to seek my own professional development. Hard work is something I have cultivated since my adolescence, and I was able to balance it with undergraduate, graduate and completing various trainings. I prefer to be cautious than to live “recklessly” justified by many based on their birthdate. I will never agree with this way of thinking of “forever lying in a dazzling cradle.”

The Bible is full of guidance on this subject. I am a professional in the corporate world and base my choices on christian belief. The book of James in chapter 3, verse 17 says, “But the wisdom that comes from above is first pure, then peaceful, moderate, tractable, full of mercy and good fruits, without partiality, and without hypocrisy.” Recklessness in traffic is capable of taking lives. Professional recklessness (or even for those still students) kills opportunities, destroys relationships, and erases the possibility of a good future. Beware of which steps you take.


Imprudência mata

Por Diego Nascimento

Dirigindo de volta para minha cidade natal testemunhei um trágico acidente. Ao longe percebi um automóvel capotando e uma pessoa estirada no acostamento. Imediatamente parei meu carro em um local seguro e corri para socorrer quem havia sido jogado para fora do veículo. Era uma jovem garota que lamentavelmente deu o último suspiro tão logo cheguei perto dela.  Atravessei a pista e retirei os demais ocupantes que estavam feridos e em estado de choque; o carro estava destruído e saindo fumaça. Para meu espanto havia sete pessoas dentro de um automóvel planejado para cinco ocupantes sem contar a garrafa de whisky praticamente vazia que encontrei no assoalho do motorista. Parte de minha família que viajava comigo ofereceu assistência aos sobreviventes enquanto chamávamos o resgate e a polícia. O que causou aquela cena terrível? Imprudência. Uma mistura de velocidade e álcool.

Fiz uso dessa experiência para tratar da imprudência profissional. Ela é mais comum do que se imagina e pode ser praticada por novatos e veteranos. Se fala muito em uma nova geração que ignora regras e que precisa ser bajulada; de certa forma faço parte dela e não vejo graça alguma nessa configuração. Entendo perfeitamente que os tempos mudam, mas pró-atividade, honestidade, pontualidade e bom senso são características essenciais na vida de um estagiário, gerente, diretor, CEO… não importa a posição.

A imprudência pode ser vista na entrega de um relatório incompleto, na desvalorização da empresa em que atua (mesmo quando se recebe condições e benefícios de “dar inveja”), na semeadura de discórdia entre colegas de departamento, na ociosidade ou procrastinação, na prática do “jeitinho”, nos constantes atrasos de chegada ao expediente, na arrogância ou soberba teoricamente sustentadas pelo seu cargo ou na simples falta de fazer a diferença sem esperar algo em troca.

Sou da famosa Geração Y que engloba os nascidos a partir de 1980 e que assistiram ao boom da internet e da instantaneidade da comunicação. Isso não me faz melhor do que ninguém e, por essa razão, realizo o meu melhor em busca do desenvolvimento profissional. O trabalho duro é algo que cultivo desde a minha adolescência e pude equilibrar com a graduação, pós-graduação e ministração de diversos treinamentos. Prefiro ser prudente do que viver uma “imprudência” justificada por muitos com base na data de nascimento. Jamais concordarei com essa forma de pensar do “deitado eternamente em berço esplêndido.”

A Bíblia é repleta de orientações a respeito desse tema. Sou um profissional do mundo corporativo e que baseia as escolhas na confessionalidade. O livro de Tiago no capítulo 3, verso 17 diz: “Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.” A imprudência no trânsito é capaz de tirar vidas. A imprudência profissional (ou mesmo para quem ainda está na vida estudantil) mata oportunidades, destrói relacionamentos e apaga a possibilidade de um bom futuro. Cuidado com a forma como dirige seus passos.


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