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Telefone e trabalho: seja consciente

Por Diego Nascimento

Talvez você conheça pessoas que ultrapassam os limites do bom senso e que utilizam o telefone da empresa para transmitir algum recado familiar ou resolver problemas pessoais.  Fiquem calmos: não estou condenando você por fazer ligações particulares do escritório. Eventualmente é necessário utilizarmos essa ferramente de comunicação criada por Graham Bell. O que quero dizer é que existem pessoas que transformam rápidas palavras em um verdadeiro livro que demanda dias para ser transmitido. Nesses casos é importante lembrarmos que enquanto estamos na linha falando com alguém, outras pessoas estão tentando efetuar o contato telefônico para registrar uma informação importante para a empresa e, principalmente, para buscar informações complementares para a aquisição do produto ou da prestação de serviço. No ambiente empresarial, o telefone é um instrumento de trabalho. Talvez você esteja pensando: “mas eu tenho família e preciso ter um canal aberto em caso de emergências”. Tudo bem, sei disso.O que quero reforçar é que o telefone institucional não deve ser utilizado para compartilhar informações sobre o último capítulo da novela das nove, a respeito da briga do vizinho com a esposa ou para transmitir receitas de bolo. Em diversos locais já testemunhei situações constrangedoras, onde, como cliente, precisei aguardar o bate-papo ao telefone para receber atendimento. Finalizo esse texto com uma excelente recomendação escrita há milhares de anos, e que atravessa séculos sem deixar de ser atual: “Com sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece” Provérbios 24:3. Reflita em suas atitudes e invista em sua carreira. 


Hora da despedida

Por Diego Nascimento

Dizer adeus não é uma tarefa simples. Por anos temos conversado e trocado ideias. Um livro é formado por capítulos e a vida também. Início, meio e fim. Quando você precisou tomar uma decisão eu estava ali, pronto para ajudar. Agora entendo que muitas coisas são passageiras incluindo eu. Apesar das lembranças, não esperava ser expulso de seu dia a dia. Sei que não foi uma iniciativa fácil, mas fazer o que? Adeus! Assinado, o comodismo.

Já enxugou as lágrimas (risos)? Essa breve despedida faz parte do cotidiano de muitos profissionais espalhados pelo mundo. Após uma escolha inteligente, substituíram o comodismo pela iniciativa. E você? Conhece alguém que precisa fazer o mesmo? Que desiste no primeiro desafio e deixa a “água correr”? Seja no interior ou em grandes centros urbanos, pequenas ações positivas fazem muita diferença. Independente de seu cargo, salário ou idade divulgue essa ideia: pró-atividade já!


Por cima dos óculos, jamais

Por Diego Nascimento

Se você utiliza óculos em seu dia a dia (em especial para leituras), saiba que esse acessório influencia sua comunicação facial e exige cuidados. Exagero? Talvez sim, talvez não. Motivo: demonstrarafeição e simpatia é fácil para certas pessoas, para outras, esse ato aparentemente simples exige “treinamento”. O que observo ao longo dos anos é que o tradicional “olhar por cima dos óculos” pode causar intimidação ao seu interlocutor. Ocorre de forma involuntária ou intencional, abrangendo profissionais dos mais diversos cargos e até mesmo em relações familiares. Se sua intenção é manter uma relação de bem estar em seu ciclo social, entenda que determinadas falas, atitudes e reações oferecem dois tipos de resultados: sucesso ou fracasso. Em meio a esse conjunto o nosso bom e velho amigo óculos pode surgir como um vilão nessa história, o que é confirmado pelos pesquisadores e escritores Alan e Bárbara Pease em Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal: ”O ato de olhar por cima dos óculos é um erro potencialmente custoso, porque pode levar o interlocutor a responder com posturas negativas como braços cruzados, pernas cruzadas ou uma atitude desafiadora”.

Quer iniciar bem um diálogo? Existem várias regras básicas; uma delas é: “por cima dos óculos, jamais!”.

Invista em sua carreira. Faça da Comunicação uma companheira diária!

 


Faça o que digo, não faça o que faço

Por Diego Nascimento

Você já ouvir falar em sinceridade? Essa palavra é definida pelo dicionário Houaiss como aquilo que é dito ou feito de modo franco, isento de dissimulação”. No mercado de trabalho é possível encontrar pessoas que divulgam idéias ou oferecem instruções individuais ou em grupo, mas, na realidade, passam longe de praticar os conceitos ou as regras por elas defendidos (sob uma ótica positiva). São apenas discursos e palavras jogadas ao vento. O profissional do futuro mostra que as boas características e o exemplo de vida ultrapassam as paredes do escritório e precisam ser visíveis nos relacionamentos sociais, familiares, etc… Infelizmente há pessoas que justificam os tropeços através da frase Faça o que digo, não faça o que faço. Essa pode ser uma decisão perigosa. Se sua conduta no emprego reúne o que existe de bom em valores e princípios, seja exemplo. Um verso creditado ao Administrador e Pesquisador Peter Druker, diz: Não se limite a se preparar para o amanhã. Procure também descartar-se daquilo que já não faz mais sentido, que não é produtivo, que não contribui para os objetivos.” Talvez seja o momento de repensar suas atitudes. Invista em sua carreira!


Cuidado com os gestos

Por Diego Nascimento

Já faz algum tempo que fui despertado para o estudo de um tema pouco comentado: body language ou linguagem corporal. Você sabia que a forma de franzir o rosto, cumprimentar um cliente, de tocar as sobrancelhas ou o queixo, podem de forma implícita transmitir uma mensagem de acordo ou desacordo? Embora seja um assunto geralmente praticado entre pessoas públicas, com aparições regulares em discursos, palestras, etc… a linguagem corporal é uma companheira diária, e que também faz parte de nossos relacionamentos familiares e sociais. Quer um exemplo? Em seu livro Desvendando os segredos da Linguagem Corporal, Allan e Barbara Pease explicam que: “… cruzar os braços na frente do corpo é sempre visto como negativo, e a mensagem está tanto na cabeça de quem a recebe como na de quem a envia. Mesmo que você cruze os braços porque, digamos, está com dor nas costas, o observador o perceberá inconscientemente como uma pessoa fechada às suas ideias.” Existem profissionais especializados nesse tipo de leitura, porém, isso exige treino, tempo e dedicação. Tudo bem: talvez você pense que dominar esse tipo de assunto não é um requisito básico para seu cargo, mas, se tiver a oportunidade, vale a pena buscar algumas dicas de posicionamento corporal que podem influenciar positiva ou negativamente em seu cotidiano. Invista em sua carreira! Leia, pesquise e pratique dicas que possam somar de forma sadia com seu histórico no mercado de trabalho.


Promessa é dívida

Por Diego Nascimento

Há alguns dias fiz uma compra pela internet: procedimento simples e usual. O prazo de entrega foi claramentedefinido e o ritual de atendimento seguiu todos os padrões de “qualidade”. Acontece que o tempo de postagem até a teórica entrega do produto ultrapassou qualquer limite de decência. O entretenimento se tornou pesadelo. Fiz cinco contatos com a equipe de atendimento da empresa e na última, descobri que a carga tinha retornado para o depósito, pois, a transportadora não “havia encontrado ninguém em casa” (o que era mentira). Simplesmente cancelei a compra, pedi pela concorrência e recebi o mesmo produto em 48 horas. Agora imagine essa situação em escalas nacionais. Detalhes desse tipo podem resultar na permanência ou extinção de empresas nos mais variados segmentos. É tudo uma questão de tempo. O mesmo ocorre com oscompromissos que firmamos com as pessoas. Jamais deixe sua credibilidade desaparecer como palavras ao vento. Assumiu um compromisso: cumpra! Se enfrentar dificuldades, busque alternativas sábias ou peça ajuda. Não destrua em segundos o que você levou anos para construir!


Do outro lado do balcão

Por Diego Nascimento

Durante os últimos anos tenho registrado em meus artigos diversas dicas sobre prestação de serviços, postura profissional, etc… Pela primeira vez, farei uma análise de reações que observei em empresas de pequeno, médio e grande porte, seja no Brasil ou outros países. É comum clientes chegarem em busca de um atendimento e, quando recebem ou não o retorno esperado, simplesmente viram as costas, sem dizer pelo menos o tradicional “Muito Obrigado”. Vale destacar que nessa situação, seja por e-mail, pessoalmente ou mesmo por telefone, o atendimento ocorreu de acordo com todos os padrões básicos da cordialidade e compromisso (tudo bem…  sei que existem exceções), mas, chegou o momento de pensarmos em quem está“do outro lado do balcão”. Quando o tempo permiti, faço questão de elogiar um serviço prestado ou mesmo agradecer quando determinado item não está disponível. O relacionamento entre empresa e cliente envolve pessoas. Contribua com a auto-estima dos profissionais que estão prontos à oferecer o melhor. Sejam clientes que desconheçam a frieza, a rispidez e a brutalidade. Uma frase atribuída ao empresário Henry Ford diz que Reunir é um começo, manter-se juntos é um progresso e trabalhar juntos é Sucesso!”. Sejam partepositiva nesse processo mercadológico. O tempo está correndo…comecem agora!


Cuidado com o pedestal

Por Diego Nascimento

Concentrar esforços na carreira profissional em busca de uma promoção na empresa não faz mal a ninguém, pelo contrário, é um ponto positivo no currículo de qualquer pessoa.  Respeito, bom senso e ética são alguns dos princípios básicos para a liderança. Infelizmente, algumas pessoas esquecem essas regras e utilizam o posto privilegiado para conduzirem a equipe com “mãos de ferro”. Literalmente usam a promoção como um pedestal para atitudes lamentáveis aos olhos do profissional do futuro, afastando seu cotidiano até mesmo de princípios bíblicos.  Admiro líderes que fazem do cargo um caminho para incentivar liderados ao espírito de equipe,sinceridade, solidariedade e à transparência. O livro de Provérbios, capítulo 3, versículo 5 registra uma importante regra para quem quer agir com sabedoria: “[…] não se apóie em seu próprio entendimento”. Resumindo: cuidado com o pedestal, um passo em falso pode gerar sérias conseqüências.


Estou cansado e você?

Por Diego Nascimento

O artigo de hoje é um desabafo: estou cansado pelo fato de que algumas pessoas encaram o profissionalismo como uma teoria e não uma necessidade básica no mercado de trabalho. Estou cansado de ver a pró-atividade ser substituída pela acomodação em pequena, média ou grande escala. É lamentável que na era da informação existam desinformados que lidam com atendimento. Estou cansado do desinteresse pela qualificação por aqueles que mais precisam dela. Estou cansado de assistir situações onde o desrespeito ao cliente é explícito. Bom, confesso que a lista é extensa, porém, desse cenário aparentemente pessimista surge uma luz no fim do túnel: são relatos desse tipo que inspiram profissionais como eu e você a incentivar o treinamento, a estender a mão para o trabalho em equipe e fazer da criatividade e motivação companheiras diárias. Certa vez o empresário Abílio Diniz disse: “Meus valores são humildade, determinação e garra, disciplina e equilíbrio emocional. Eu acho que o empreendedor tanto como qualquer pessoa deve combater o oposto disso”.  Sua carreira exige escolhas inteligentes, onde a ética é um ingrediente importante. Invista em você! O tempo está correndo…


Saindo da rotina

Por Diego Nascimento

A rotina faz parte do cotidiano das pessoas, seja em casa ou fora dela. É normal que você levante, escove os dentes, tome seu café da manhã e siga para sua jornada de trabalho, seguindo um ritual pré-definido de transporte, saudações, verificação de agenda, etc… Mas até que ponto a rotina acompanha sua vida, principalmente se o assunto envolver sua carreira profissional? Não estou pedindo para que você mude de emprego. Apenas revise a forma como pratica suas atividades. Será que a forma de redação daquele e-mail pode ser aperfeiçoada? O diálogo com seus colegas de equipe contempla assuntos que realmente valem a pena serem discutidos? A condução das reuniões de departamento está satisfatória ou merece uma reavaliação? Deixe a rotina para o que realmente for necessário. Faça acontecer novas idéias, reestruturações, atualizações e outros projetos quem ampliem as oportunidades para você, colegas e empresa. Administre as potencialidades. Bruce Tulgan, em “Não tenha medo de ser chefe” diz que “Um gerenciamento eficaz se assemelha bastante à conquista da boa forma física: a parte difícil é adquirir o hábito de fazê-lo todos os dias, independentemente dos obstáculos que tenha que enfrentar”. Que tal começar agora? Faça acontecer! O tempo está correndo…