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Cordialidade: um ingrediente básico

Por Diego Nascimento

Ano passado visitei uma loja de materiais de construção e fiquei perplexo com o atendimento: o único vendedor que havia permaneceu sentado do outro lado do balcão, sem manifestar qualquer simpatia, e apenas balançou a cabeça como que dizendo:“Precisa de algo?“. Fiz apenas uma pergunta sobre um produto e fui embora decepcionado. Compartilhei a experiência com alguns amigos e fiz a previsão de que aquela loja fecharia as portas em poucos meses. Coincidência ou não a “profecia” foi cumpridalogo depois.

Seja qual for o motivo do fechamento da empresa, digo sem medo que a falta de cordialidade foi um dos ingredientes básicosque faltou naquele lugar. Cliente feliz compartilha o bom atendimento com um, dois… dez amigos. Indicação ainda é um dos maiores segredos do sucesso (Curtidas no Facebook são uma prova instantânea disso). É muito desconfortável quando, no ato da compra, temos a sensação de que o vendedor está agindo por obrigação.

A ausência de cordialidade é um erro grave e que precisa ser tratado pelo líder da equipe, independente do tamanho da empresa (pequena, média ou grande porte). É o que também afirma o escritor, palestrante e Doutor em Administração de Empresas Roberto Shinyashiki, durante uma recente entrevista ao Rh.com.br . Ele diz: “O erro passa a ser considerado ausência de comprometimento ou de competência quando ele se repete. Um erro é normal e aceitável. Mas a sua repetição é, no mínimo, um caso de descuido, que precisa ser trabalhado cuidadosamente com o profissional.”

O mercado de trabalho não aceita mais o comodismo, a falta de cordialidade e iniciativa, e tantas outras características já abordadas em artigos anteriores. E digo mais: na preparação de uma carreira que faz a diferença, cordialidade é ingrediente básico. Sem ela, o sucesso fica cada vez mais longe.

 Pense nisso!


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