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A escrita dentro e fora da empresa

Por Diego Nascimento

Sempre admirei a tecnologia dentro e fora da vida profissional. Em todas as áreas do cotidiano ela tem a sua função. Como jornalista assumo que a Comunicação se revolucionou por meio de laptops, celulares e, recentemente, os tablets. Por outro lado, percebo que muitas pessoas estão perdendo as habilidades de diálogo face a face e o tradicional “jogo de cintura” para o atendimento a clientes, por exemplo, em virtude de alguns “vícios de linguagem” disseminados na web. Minha afirmação não se resume apenas a conversas via telefone e balcão, mas a atendimentos por e-mail, cartas e anúncios de produtos e serviços.

Recentemente li mais de cem textos produzidos por um grupo de estudantes com idades variando de 16 a 18 anos. A minoria soube argumentar sobre alguns assuntos, enquanto a maioria optou por respostas objetivas e distantes da proposta. A receita para a inversão desse quadro é simples: leitura e diálogo. Quanto mais acesso a informação (de qualidade), mais condições de argumentação temos.

As redes sociais têm interligado amigos e familiares com mensagens em tempo real. Tive a curiosidade de visitar alguns posts e confesso que fiquei espantado com tanta informação desnecessária divulgada pelos usuários. Em alguns casos os erros ortográficos e gramaticais são gravíssimos. Mas preste atenção: em momento algum estou sugerindo que você bloqueie seu perfil e se isole em uma ilha para o resto da vida. Meu pedido é que façamos o uso inteligente da tecnologia, não deixando de lado os bons princípios da Comunicação, principalmente a escrita correta.

A produção de textos faz parte do Processo de Recrutamento da maioria das empresas no Brasil e no exterior. O relacionamento com os colegas de trabalho e clientes exige diálogo, e, por esse motivo, o poder da argumentação (seguida de uma boa redação) é requisito básico e obrigatório. Partindo do princípio de “Seu nome é sua marca”, sugiro que invista tempo e recursos na qualidade de sua escrita. As empresas observam isso e os clientes também. E mais: consultas a Facebook, Orkut, Twiter, etc… também são fonte de informação para recrutadores. Pense nisso!

Quer compartilhar ideias? Esteja a vontade. Estou pronto para ouvir!


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