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Is It True?

By Diego Nascimento

Yes! It is the plain truth that the intrigues still inhabit corridors and rooms around the world. My friends and mentors always share the issues that companies (and it does not matter if they are public, private, or third sector) face to “root out” the quarrels among peers, malicious comments in the sectors and jealousy aroused by the promotion of A or B. And if you are a student, note that this happens often in basic education (yes, even with children) and in universities. But where does all this begin?

Inside us. It is that simple. In my country, the habit of encouraging misunderstandings is known as “adding wood to the fire” and believe it; there are people who are experts at this and who show great talent for evil. I saw this first-hand in high school, in undergraduate, graduate and at work carried out. It is not by chance that the selection process for openings in the workplace are becoming more rigorous and, even so, there are those that only last a short time at work because of the low use of the emotional intelligence.

What I am going to tell you now is sad and based on real facts; character X always boasted of his knowledge and made pride a faithful companion. Often character X, perhaps frustrated by the monotony of his days, would pick up the cell phone and make a call to character Y, inventing that character Z had told intimate secrets about him/her. As soon as he hung up, X went the other way, calling Z and accusing Y of doing the same thing. Angered by this revelation, Y and Z began a real war in order to get even, to protect their families, and in the meantime X watched everything and fed the bad habit of creating intrigue.

I am a strong supporter of the idea that conversation solves a lot of issues. Any hint of the beginning of disagreement must be analyzed, corrected, and dealt with. I know leaders who turn a blind eye and let the bomb explode. Time passes and disagreements become common in that environment, influencing the daily life of the individual, the industry, the company … it’s like a small spark falling on a pile of straw. And if even while trying to solve the issue the person eagerly continues to harm others?  Fire him/her. Some weeds are too tough and need to be taken out.

Did you misunderstand? Let me clarify. Were you sad when you heard the gossip?  Be at peace, but do not hold a grudge.  Did you witness an intrigue? Stay on the team of peacemakers. The Holy Bible itself warns us about the subject in Proverbs 15:18.  “A hot-tempered person stirs up conflict, but the one who is patient calms a quarrel.


See you in the next article!


Será verdade?

Por Diego Nascimento

Sim! É a mais pura verdade que as intrigas ainda habitem corredores e salas mundo afora. Meus amigos consultores sempre compartilham dos problemas que empresas (e não importa se são públicas, privadas ou terceiro setor) enfrentam para “cortar pela raiz” as briguinhas entre colegas, comentários maldosos nos setores e ciúmes despertados por causa da promoção de A ou B. E se você for estudante, observe que isso acontece com frequência na educação básica (sim, até as crianças) e nas universidades. Mas onde tudo isso começa?

Dentro de nós. Simples assim. Na minha terra o hábito de incentivar desentendimentos é conhecido como “pôr lenha na fogueira” e acredite: tem gente craque nesse assunto e que demonstra um grande talento para o mal. Vivi isso de perto no ensino médio, na graduação, pós-graduação e em trabalhos exercidos. Não é por acaso que os processos seletivos para vagas no mercado de trabalho estão cada vez mais rigorosos e, mesmo assim, há quem dure pouco no serviço por causa do baixo aproveitamento da inteligência emocional.

O que vou contar agora é triste e baseado em fatos reais: a personagem X sempre se gabava de seus conhecimentos e fazia da soberba uma companheira fiel. Com frequência a personagem X, talvez frustrada com a monotonia de seus dias, pegava o telefone celular e fazia uma chamada para a personagem Y, inventando que a personagem Z havia contado segredos íntimos sobre ela. Tão logo o telefone era desligado X fazia o caminho contrário, ligando para Z e acusando Y de ter feito a mesma coisa.  Furiosas com essa revelação, Y e Z iniciavam uma verdadeira guerra na tentativa de tirar satisfação, proteger suas famílias e, enquanto isso, X assistia tudo de camarote e alimentando o péssimo hábito de criar intrigas.

Defendo a ideia de que o diálogo resolve muita coisa. Qualquer início proposital de desentendimento precisa ser analisado, corrigido e tratado. Conheço líderes que fazem vista grossa e deixam a bomba explodir. O tempo passa e as discórdias se tornam comuns naquele meio, influenciando o cotidiano do indivíduo, do setor, da empresa … é como uma pequena faísca caindo sobre um monte de palha. E se mesmo com o tratamento a pessoa continuar com essa ânsia de prejudicar os outros? Demissão. Algumas ervas daninhas são resistentes demais e precisam sair de cena.

Entendeu mal? Esclareça. Ficou triste com algum comentário? Manifeste com serenidade, mas não guarde rancor. Testemunhou uma intriga? Fique no time dos pacificadores. A própria Bíblia Sagrada nos alerta sobre o tema em Provérbios 15:18 “O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão.”

Vejo você no próximo artigo!


30 horas depois …

Por Diego Nascimento

Na minha infância eu sempre assisti aos comerciais do Unibanco 30 horas e, a cada instante em que os vídeos eram veiculados, tentava fazer as contas para compreender como aquela empresa conseguia funcionar seis horas a mais do que a contagem de um dia normal. O que era mistério até os meus oito anos de idade se tornou claro quando ganhei maturidade e descobri que tudo não passava de uma estratégia de publicidade e propaganda.

O tempo passou e terminei a graduação, a pós-graduação e aos poucos fui ampliando a experiência no mercado de trabalho nacional e internacional. Novas responsabilidades foram chegando e parecia que 24 horas não eram suficientes para cumprir com todas as minhas obrigações. O resultado disso? Ansiedade! Essa emoção ou sentimento (entenda como quiser) tem se tornado um verdadeiro incômodo na vida de estudantes e profissionais das mais diversas áreas. Um estudo publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2017* aponta que o Brasil é o país mais ansioso do planeta (com cerca de 9,3% da população com algum transtorno vinculado a essa inconveniente companheira que insiste em rondar nossos planos).

Somos educados para o imediatismo. Prova disso é nossa agitação ao reiniciarmos um aparelho celular, um laptop ou qualquer outro sistema computadorizado. Os segundos de espera para abertura de um software ou leitura de uma mensagem no WhatsApp se tornam uma eternidade que traz sofrimento, angústia e descontrole (tem gente que fala até palavrão). E quanto mais essa “facilidade tecnológica” oferece comodidade assumimos novos compromissos que muitas vezes são desnecessários.

Sei do que estou falando. Tinha o péssimo hábito de ficar horas e mais horas CONECTADO quando, de fato, eu estava DESCONECTADO da realidade. Trabalhar é ótimo, estudar é excelente, mas há o tempo certo para tudo. A gestão equilibrada das atividades pessoais, estudantis e profissionais está ligada ao bom senso. Gosto de quem tem ambição (quer crescer na vida) e sabe que o mundo não irá acabar daqui a cinco minutos e faz o uso adequado de cada giro do relógio.

Graças ao soberano Deus fui sendo moldado para compartilhar com outras pessoas como encontrei a sintonia com a realidade e, por meio de palestras e artigos, cumprirei essa missão até o fim dos meus dias. E continuando a minha história … hoje pratico esportes (corrida diária), trabalho, estudo, escrevo artigos, ministro palestras, visito enfermos, ajudo na igreja, assisto bons filmes, ouço boas músicas, viajo e ainda sobra um tempinho para tomar café com biscoito. Que tal avaliar sua agenda e começar as mudanças? Tenha coragem e atitude!

  • Estudo da OMS disponível em http://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/254610/WHO-MSD-MER-2017.2-eng.pdf;jsessionid=5930D9F35F002DC50EA6BE24B41FFDF7?sequence=1

Shot in the dark

By Diego Nascimento

Who has not had the sensation of running after something and, in the end, getting nowhere? How many companies and individuals invested heavily in projects and had the sensation of ‘dying on the beach’ or having kilos and kilos of unused material? Promising a million opportunities and delivering double on disappointments? The list is broad, and we need to be honest in recognizing that for some time we were part of this plot or we risk being characters on a journey of failure. But this scenario can be altered or avoided if we clearly set goals for our dreams. That’s right: goals.

I will be practical in this approach: I have developed a private project and decided to ask the opinion of an international network of marketing professionals. There are five people who, although they have the same academic background, are located in different countries, with diverse cultures and with a vast curriculum of “stories to tell.” Not even the time zone is an obstacle to our conversations intermediated by the universal language, English. By Skype or WhatsApp we are able to add and exchange unbelievable experiences that not even the best scientific articles could offer. In this context, all members of the group, without exception, were direct in asking, “Diego, what do you want with this? What are the objectives of the project?” A simple question, but with answers that can open doors or avoid terrible headaches.

I confess that I spent good moments reflecting on mistakes and corrections and what is (or are) my goals in each life choice for the next five years. Personal marketing goes far beyond speaking properly, taking care of appearance and maintaining impeccable hygiene; it covers our ability to organize and predict our dreams. It happens a lot in job interviews: it is easy to see when the candidate is in the stratosphere of exaggeration or if his feet are firmly on the ground.

In his book Goals and Goal Setting, writer Larrie Rouillard points out four easy-to-use elements for outlining our goals. They are: 1) Choose an action verb, 2) Choose a way to measure the result, 3) Set deadlines, and 4) Set limits (safety zone). There is no mystery at all. Professor Larrie, in fact, reinforces the need to put every step, every penny, effort at the tip of the pencil and evaluate the pros, cons and, if necessary, consult someone you trust.

In light of all this, I want you to understand that our humanity makes us imperfect and brings us the responsibility of watching at all times. “Shots in the dark” can hurt anyone who has no connection to events and shows no readiness, fear, or resistance to hearing because of the pure and simple explosion of ego. In times of so much instability in Brazil and worldwide, I recommend prudence and the immediate definition of goals. Ten minutes thinking today will avoid days or years in search of a solution that may never come.


Tiro no escuro

Por Diego Nascimento

Quem já não teve a sensação de correr atrás de algo e, no fim, não chegar a lugar algum? Quantas empresas e indivíduos investiram pesado em projetos e tiveram a sensação de ‘morrer na praia’ ou ter quilos e mais quilos de material inutilizado? Prometer um milhão de oportunidades e entregar o dobro em decepções? A lista é ampla e precisamos ser honestos em reconhecer que, por algum momento, fizemos parte desse enredo ou corremos o risco de sermos personagens de uma jornada de fracasso. Mas esse cenário pode ser alterado ou evitado se claramente traçarmos objetivos para nossos sonhos. Isso mesmo: objetivos.

Vou ser prático nessa abordagem: tenho desenvolvido um projeto particular e resolvi pedir a opinião de uma rede de contatos internacional de profissionais do marketing. São cinco pessoas que, embora tenham a mesma formação acadêmica, estão situados em países diferentes, com culturas diversificadas e com um currículo vasto em “histórias pra contar.” Nem mesmo o fuso-horário é empecilho para nossos diálogos intermediados pelo idioma universal, o Inglês. Por Skype ou WhatsApp somos capazes de somar e trocar experiências inacreditáveis que nem mesmo os melhores artigos científicos poderiam oferecer. Nesse contexto, todos os membros do grupo, sem exceção, foram diretos ao perguntar: “Diego, o que você quer com isso? Quais os objetivos do projeto?” Um questionamento simples, mas com respostas que podem abrir portas ou evitar terríveis dores de cabeça.

Confesso que passei bons momentos refletindo sobre erros e acertos e qual (ou quais) é meu objetivo em cada projeto de vida para os próximos cinco anos. Marketing pessoal vai muito além de falar corretamente, cuidar da aparência e manter uma higiene impecável; abrange nossa capacidade de organização e de previsibilidade sobre nossos sonhos. Acontece muito em entrevistas de emprego: é fácil perceber quando o candidato está na estratosfera do exagero ou com os pés no chão.

Em seu livro Goals and Goal Settings (Metas e seu estabelecimento) o escritor Larrie Rouillard indica quatro elementos de fácil uso para traçarmos nossos objetivos. São eles: 1) Escolha um verbo de ação, 2) Escolha uma forma de medir o resultado, 3) Estabeleça prazos e 4) Estabeleça limites (zona de segurança). Não há mistério nenhum. O Professor Larrie, na verdade, reforça a necessidade de colocarmos na ponta do lápis cada fase, cada centavo, esforço e avaliarmos os prós, os contras e, se necessário, consultar alguém de sua confiança.

Diante de tudo isso, quero que entenda que nossa humanidade nos faz imperfeitos e nos traz a responsabilidade de vigiar a todo o instante. “Tiros no escuro” podem ferir quem não tem relação alguma com os acontecimentos e demonstra despreparo, medo ou resistência em ouvir por causa da pura e simples explosão do ego. Em tempos de tanta instabilidade no Brasil e mundo afora recomendo prudência e a imediata definição de objetivos. Dez minutos pensando hoje evitarão dias ou anos em busca de uma solução que talvez nunca chegue.


Please Do Not Shout

By Diego Nascimento

I confess that I have serious difficulty in dealing with people who scream. My repudiation is linked to the exaggerated exercise of vocal chords in situations of work and interpersonal relationships. Observations I have made over time show that the next step after inappropriate use of voice is physical aggression. To illustrate the seriousness of this theme I will tell you about something I experienced a few days ago.

Wednesday afternoon, Lavras, Minas Gerais state, Brazil. I went to a medical clinic and calmly waited to be called by the front desk. I heard the most diverse “causes” of those who exercised there waiting with me. What should have been just routine became one of the gloomiest experiences for a corporate consultant and communicator. I noticed a certain movement in the next corridor: it was time for the famous coffee break. If education and common sense were part of the training of those involved who this would not have been a problem, but motivated by some particular situation of the weekend, they polluted the environment with laughter, inappropriate vocabulary and shouts and more screams. It seemed as if we were at the door of an ill-frequented pub, full of disrespectful and rude drunks. The scene was so alarming that one of the doctors interrupted an appointment and in fury cried out for order and silence, which was promptly accomplished.

I wish it were fiction, but it’s reality. And without doing any kind of polling I can say that screams are more than common in offices, shops, squares … and at home. I often use family relationships as a great laboratory of action / reaction in the everyday life of any human being. The theory of these attitudes has been recorded in an article* published by The British Psychological Society which states that “self-control depends on many processes and that changes in life can offer different impacts depending on the limitation of the source of energy.”  In short, it is easy to understand that self-control remains the secret to success in relationships.

Above any theory we find the Holy Bible. In it, the apostle Paul quotes in Galatians, chapter 5, verse 22, self-control as a characteristic of the fruit that comes from the Spirit. Absence of a relationship with God leaves us more confident in ourselves and hopeless, resulting in trouble and a total lack of control. That is why I invite you, reader to share the importance of calm whatever the moment and the challenge. May His voice be conducive to refreshing rather than synonymous with aggression and mediocrity, like the staff at the medical clinic where I was treated.

We live in terrible times and absolutely you have had the same experiences in which people “tried to win the argument by shouting.” In my case, even if they are family, people who shout lose credit with me. Confidence is called into question, after all, how can I delegate responsibility to those who, at the first challenge, get off the track?

I conclude with a simple request, but able to interfere deeply in our relationship:  never yell at me.


Por favor, não grite

Por Diego Nascimento

Confesso que tenho uma séria dificuldade em lidar com pessoas que gritam. Meu repúdio está ligado ao exercício exagerado das cordas vocais em situações de trabalho e relacionamento interpessoal. As observações que tenho feito ao longo do tempo mostram que o próximo degrau após o uso inadequado da voz é a agressão física. Para ilustrar a seriedade do tema contarei um fato vivenciado faz poucos dias.

Tarde de quarta-feira, Lavras, Minas Gerais. Fui até uma clínica médica e com toda tranquilidade aguardei pelo chamado na recepção. Ouvi os mais diversos “causos” dos que ali exercitavam a espera junto comigo. O que seria mais uma rotina se tornou uma das mais tenebrosas experiências para um consultor e comunicador corporativo. Notei uma certa movimentação no corredor ao lado: era a hora do famoso cafezinho. Nada demais se a educação e bom senso fizessem parte do currículo dos envolvidos que, motivados por alguma situação particular do final de semana, poluíram o ambiente com gargalhadas, vocabulário inapropriado e gritos e mais gritos. Parecia que estávamos na porta de um botequim mal frequentado, cheio de embriagados desrespeitosos e grosseiros. A cena foi tão alarmante que uma das médicas interrompeu uma consulta e em fúria clamou por ordem e silêncio, o que foi prontamente atendido.

Quem dera se fosse ficção, mas é a realidade. E sem fazer qualquer tipo de sondagem posso dizer que gritos são mais do que comuns em escritórios, lojas, praças … e dentro de casa. Costumo exemplificar relações familiares como um grande laboratório de ação/reação no cotidiano de qualquer ser humano. A teoria desse conjunto de atitudes foi registrada em um artigo* publicado pela The British Psychological Society (Sociedade Britânica de Psicologia) que diz que o “auto-controle depende de muitos processos e que mudanças na vida podem oferecer diferentes impactos dependendo da limitação da fonte de energia.” Em resumo é fácil entender que o domínio próprio continua a ser o segredo para o êxito nas relações.

Acima de qualquer teoria encontramos a Bíblia Sagrada. Nela, o apóstolo Paulo cita em carta aos Gálatas, capítulo 5, verso 22, o domínio próprio como uma característica dos frutos que vêm do Espírito. Ausência de relacionamento com Deus nos deixa mais confiantes em nós mesmos e desesperançosos, resultando em aflição e total falta de controle. É por isso que convido você, leitor/leitora, a compartilhar a importância da calma seja qual for o momento e o desafio. Que sua voz seja condutora de refrigério ao invés de sinônimo de agressão e mediocridade, a exemplo dos funcionários da clínica médica em que fui atendido.

Vivemos dias maus e absolutamente você pode compartilhar experiências em que pessoas “tentaram ganhar no grito.” No meu caso, mesmo que tenha laços sanguíneos, praticantes da gritaria perdem crédito comigo. A confiança é colocada em questão, afinal, como posso delegar responsabilidades para quem, no primeiro desafio, sai do eixo?

Concluo com um pedido simples, mas capaz de interferir profundamente em nossas relações: jamais grite comigo.

* Artigo disponível em https://thepsychologist.bps.org.uk/volume-25/edition-2/self-control-%E2%80%93-moral-muscle


Tattered Reputation

By Diego Nascimento

Yes, I worry a lot about the image that we transmit to the people around us. An act or a word that lets us down today will have harmful consequences for a lifetime.  The most pitiful thing in all this is that there are people who insist on following through with the error knowing that they are treading a difficult road, but out of pride they prefer not to redeem themselves or recognize the cliff they are about to fall into (if they have not already fallen).


I compare this kind of reasoning to a trip I made days ago. I traveled hundreds of miles along a toll road, which was filled with holes and patches on the asphalt. To make matters worse I faced a huge flood when I reached a stretch with lots of rain. What was my perception of the highway crew who manages the road? The worst! And even if they fixed everything I’ve listed in that paragraph, this bad impression will remain in my subconscious.


You can do ten good things, but if you fail in one, people will keep the focus on your mistake. We are human beings inserted in different scenarios and, with that, all the care in the world is not enough. On the other hand, there are those who make mistakes while trying to do the right thing, and in humility they start over or change their course. I congratulate those who are part of this group, and I would like to caution those who walk the opposite path and are eternally marked by acts committed not by naivety but by the haphazard sense of adventure mixed with arrogance.

A resume represents 50% of a professional; the rest is demonstrated by the attitude towards colleagues, customers and the institution in general. In the book “If they could go back in time, these 500 people would not …” writer João José da Costa deals with the regrets and frustrations of wrong decisions that are common and part of our learning process. On page 136 he tells of a man who was known for being a “slacker” in the workplace, until he got a promotion and went to work overseas. After 15 months in foreign lands his time-wasting techniques were quickly identified and our “executive” was summarily fired. Upon his return to the country came the surprise: his image was completely destroyed at work, and he was forced to accept inferior positions by virtue of his “cleverness” planted in the past, but with bitter fruits in his future.


You have many lives: personal, professional, social … they are phases of which you will not be able to disconnect. Look around you, look for the right routes and escape the slightest sign of the “getting away with it”. I know some who were left with a tattered reputation by having chosen wrong paths and companies while still in their youth. Many of them talked to me in search of a new job opportunity and I will say: the process is slow, painful and may not deliver the desired result.


Do we deserve a second chance? Yes! As a communication professional I have been following with great interest cases of overcoming and, also, cases of relapse. Everything is linked to choices that cannot be hidden for long by the best speech or resume (masks do fall off). As President Abraham Lincoln would say: “You can fool people all the time. You can also fool all people some time. But you cannot fool all the people all the time. 

Open your eyes!


Imagem deteriorada

Por Diego Nascimento

Sim, preocupo e muito com a imagem que transmitimos para as pessoas ao nosso redor. Um ato ou uma palavra falha hoje trará consequências danosas para a vida inteira. O mais lamentável disso é que tem gente que insiste no erro sabendo que está trilhando o caminho difícil, mas por orgulho prefere não se redimir ou reconhecer o penhasco em que está prestes a cair (se já não despencou).

Comparo esse raciocínio à uma viagem que fiz dias atrás.  Percorri centenas de quilômetros por uma rodovia pedagiada, mas repleta de buracos e remendos no asfalto. Para piorar enfrentei uma enorme enxurrada quando alcancei um trecho com muita chuva. Qual foi minha percepção a respeito da concessionária que administra a estrada? Péssima! E mesmo que consertem tudo o que relatei nesse parágrafo a má impressão continuará guardada em meu subconsciente.

Você pode fazer dez coisas boas mas, se falhar em uma, as pessoas manterão o foco no seu tropeço. Somos seres humanos inseridos em diferentes cenários e, com isso, todo o cuidado é pouco. Por outro lado, há quem cometa equívocos na tentativa de acertar e a humildade que carregam os fazem recomeçar ou mudar o percurso. Parabenizo quem faz parte desse grupo e deixo meu alerta para os que caminham na rota contrária e ficam eternamente marcados por atos cometidos não por ingenuidade, mas pelo melindroso senso de aventura misturado a arrogância.

Um currículo representa 50% de um profissional; o restante é demonstrando pela atitude com colegas, clientes e a instituição de forma geral. No livro “Se pudessem voltar no tempo, estas 500 pessoas não…” o escritor João José da Costa trata do arrependimento e as frustrações por decisões erradas que são comuns e que fazem parte do nosso processo de aprendizado. Na página 136 ele conta de um homem que era conhecido por sua capacidade em “enrolar” no ambiente de trabalho, até que conseguiu uma promoção e foi trabalhar no exterior. Depois de 15 meses em terras estrangeiras suas técnicas de manobra foram rapidamente identificadas e nosso “executivo” foi sumariamente demitido. Ao retornar ao país veio a surpresa: sua imagem estava completamente desgastada no mercado e ele foi obrigado a aceitar cargos inferiores em virtude de uma “esperteza” plantada no passado, mas com frutos amargos no futuro.

Você tem vidas: a pessoal, a profissional, a social … são fases das quais não conseguirá se desprender. Olhe à sua volta, busque rotas acertadas e fuja ao menor sinal do “jeitinho”. Conheço quem ficou com a imagem deteriorada por ter escolhido caminhos e companhias erradas ainda na mocidade. Muitas delas conversaram comigo em busca de uma nova oportunidade de trabalho e digo: o processo é lento, doloroso e pode não surtir o resultado desejado.

Merecemos uma segunda chance? Sim! Como profissional da comunicação tenho acompanhado casos muito interessantes de superação e, também, de recaída. Tudo está ligado às escolhas que não poderão ser ocultadas por muito tempo pelo melhor discurso ou currículo (máscaras caem). Como diria o presidente Abraham Lincoln: “Você pode enganar pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.” 

Abra os olhos!

 


Recognize Your Mistakes

By Diego Nascimento

I have been thinking for some time about a treacherous phrase that has become commonplace in our daily lives: “To err is human.” But to what extent is such an affirmation an eventuality or becomes a constant in the responsibilities we assume? How often does “humanity” or the simple fact of being flesh and blood endorse the slips we commit? I assure you, reading this short passage, brought to mind some recent facts where you acted as the main character. And to share this feeling, I’ll tell you what happened to me.

Two weeks ago I accepted to participate in an event where I would speak about the Bible (I have a habit of studying the Holy Scriptures). As usual, I marked the date, time and place on my electronic agenda, and I prepared the material in advance. I even invited family members to go with me, and I calmly drove down the road to my destination. Arriving there I noticed the place was full, and I was impressed with the commitment of the community. At the same time I noticed that the leader, who had given the invitation fifteen days before, was also there. It was a mixture of curiosity and an awareness of something out of place, because it was due to his absence that my presence would be required on this date.  To my amazement I was, in fact, expected to teach that night. The only difference was in the address:  in a small lapse I marked down this place on my agenda when, in fact, I should have been 20 Km from where I had parked my car. A real tragedy.

I must say that such situations are unjustifiable. My fault caused discomfort and brought moments of deep concern to the group that was certainly waiting for me in another city. In the search for a guilty party (myself) I had only one option for future forgiveness. After sending some messages I was partially encouraged to learn that a member of the other community had “taken over” in my place. I promptly manifested my vow of praise for proactivity and repeated my regret for all the confusion. Although I understand that we are not robotized beings, programmed to follow a sequence of codes, it is fundamental to understand that there are limits even for misunderstandings. The lack of awareness that we should minimize failures has resulted in the suffering of individuals, families, companies and even countries around the world.

I recently read about a man who even in old age has been the target of numerous accusations of crimes committed throughout his life. Apparently, he made mistakes a first, the second …. a twentieth time and because of the fallibility that we have already discussed, he chose to fall into the trap of self-indulgence and make the mistakes a habit. The most regrettable thing is that we do not stand alone in the consequences of our mistakes and people from the environment end up receiving “shrapnel” from our tumbles.

In my case we noticed a clear conference failure. Even though it was the first time this happened, my efforts to keep it from repeating have been redoubled. We do not live by ourselves. Great opportunities bring great responsibilities. How about we make an evaluation of the reasons for our slips and devise strategies to make our walk more firm and safe? I am absolutely sure that a lot of things will change … and for the better!


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